domingo, 17 de março de 2019

11 Benefícios da Dieta Cetogênica





Na Dieta Cetogênica está indicado  um maior consumo de proteínas e gorduras.Estudos científicos publicados mostram que este tipo de dieta pode ajudar a perder peso e melhorar a saúde
Dietas cetogênicas podem até ter benefícios contra doenças como diabetes, câncer, epilepsia e doença de Alzheimer
É uma dieta que restringe a ingestão de carboidratos, priorizando alimentos ricos em gordura, mas estas gorduras são do tipo que fazem bem a saúde.

Você diminui a ingestão de carboidratos e substitui por gordura saudável. 
A redução de carboidratos coloca seu corpo em um estado metabólico chamado cetose, em que a gordura fornece a maior parte da energia para o corpo.

Quando isso acontece, o corpo torna-se incrivelmente eficiente na queima de gordura. Ela também transforma gordura em cetonas no fígado, fornecendo também energia para o cérebro.
esta dieta  causa grandes reduções nos níveis de açúcar no sangue e insulina.  Isto, juntamente com o aumento das cetonas no organismo, traz vários benefícios para a saúde.

 Benefícios
1.Emagrecimento rápido (e fácil de manter)
 A dieta cetogênica é uma maneira eficaz de perder peso, e reduzir os fatores de risco para várias doenças.
Pesquisas mostram que a dieta cetogênica é mais eficaz que as dietas padrões, que recomendam de baixo teor de gordura
O melhor de tudo é que você não precisa ficar contando calorias.

Um estudo descobriu que as pessoas em uma dieta cetogênica perderam 2,2 vezes mais peso, que os indivíduos em uma dieta de baixa gordura com restrição calórica. Os níveis de triglicerídeos e colesterol HDL também melhoraram.

A dieta cetogênica ajuda no emagrecimento por aumentar a ingestão proteica e o nível das cetonas, além de manter baixos níveis de açúcar no sangue e por melhorar a sensibilidade à insulina; esses são fatores que contribuem para o emagrecimento
2.Para Diabetes e Pré-Diabetes

Diabetes é caracterizada por alterações no metabolismo, açúcar no sangue elevado e função da insulina prejudicada.
Veja mais sobre o Açúcar Elevado no Sangue Hiperglicemia Açúcar (Glicemia) Elevado no Sangue
A dieta cetogênica pode ajudar a perder o excesso de gordura, que está intimamente ligada ao diabetes tipo 2, pré-diabetes e síndrome metabólica.
Um estudo descobriu que essa dieta melhorou sensibilidade à insulina em até 75% em pacientes.
O grupo da dieta cetogênica perdeu 11,1 kg, em comparação com 6,9 kg no grupo comia carboidratos. Isso pode ajudar a reduzir a medicação para diabetes.



3.Doença cardíaca: Ela pode reduzir fatores de risco de doenças cardíacas como gordura corporal, níveis de HDL, pressão arterial e açúcar no sangue.
4.Câncer: Usada atualmente para auxiliar no tratamento vários tipos de câncer, e retardar o crescimento tumoral.

5.Doença de Alzheimer: A dieta pode reduzir os sintomas da doença de Alzheimer, e retardar a progressão da doença.
6.Epilepsia: A dieta cetogênica pode causar reduções maciças na frequência de convulsões em crianças epilépticas.

7.Doença de Parkinson: A dieta também ajuda a melhorar os sintomas da doença de Parkinson.

8.Síndrome do ovário policístico: A dieta cetogênica pode ajudar a reduzir os níveis de insulina, que desempenham um papel fundamental na síndrome do ovário policístico.
9.Lesões cerebrais: A dieta pode reduzir as concussões e ajudar a recuperação após uma lesão cerebral.

10. Acne: Devido ao controle dos níveis de insulina e baixo consumo de açúcar e alimentos processados, a dieta pode ajudar a melhorar a acne.

11. Melhora a disposição e ajuda na administração do stress, porque a mente fica mais límpida.

Veja mais Verdades sobre a Dieta Cetogênica 120 Verdades sobre a Dieta Cetogênica

FICAR SENTADO MAIS DE 3 HORAS POR DIA É ASSOCIADO A 433 MIL MORTES POR ANO




No início, os ancestrais humanos viviam de galho em galho. Depois, desceram da árvore e ganharam o mundo sobre duas pernas. Em pouco mais de um século, porém, o Homo sapiens assumiu uma nova postura, que, dessa vez, nada tem a ver com o processo evolutivo. É numa cadeira que o homem moderno passa a maior parte do dia. Na internet, existe até piada sugerindo que o nome da espécie seja alterado para Homo sedentarius. Esse comportamento, embora pareça inevitável, é perigoso. Segundo um estudo brasileiro publicado na revista American Journal of Preventive Medicine, permanecer sentado mais de três horas por dia está diretamente associado a 3,8% dos óbitos por todas as causas no mundo. O mais grave é que a estatística inclui mesmo quem se exercita com regularidade.

O trabalho dos pesquisadores do Departamento de Medicina Preventiva da Universidade de São Paulo (USP) usou dados da literatura científica produzida em 54 países para calcular a média de horas diárias em que as pessoas passam sentadas e o quanto isso contribui para aumentar a mortalidade. De acordo com o líder do estudo e autor correspondente do artigo, Leandro Rezende, desde 2010, pesquisas indicam a relação entre esse hábito e o número aumentado de óbitos, mas, além de apresentar cálculos para uma quantidade expressiva de países, o grupo da USP quis verificar se a prática de exercício físico poderia reduzir os riscos associados.
A meta-análise mostra que, ajustando todos os fatores que influenciam na mortalidade, ficar sentado por mais de três horas é um hábito associado ao risco aumentado de óbito em todos os lugares analisados, que, juntos, representam 25% da população adulta mundial. Em média, os habitantes desses países passam 4,7 horas/dia nessa posição, variando de 4,2 horas (países americanos) a 6,2 horas (países do Pacífico Ocidental). No geral, ficar mais de três horas por dia sentado foi responsável por 433 mil mortes, ou 3,8% de todos os óbitos registrados nas 54 nações analisadas, com percentuais variando de 2% no sudeste asiático para 5,7% no Pacífico Ocidental. Rezende esclarece que não havia literatura científica sobre o Brasil contendo esses dados, mas que a realidade do país se insere no que foi observado em relação às Américas em geral.
Ao mesmo tempo, remover alguns minutos do tempo em que se passa sentado foi capaz de reduzir a mortalidade. “Mesmo reduções modestas, como 10% do tempo médio, ou 30 minutos por dia, teriam impacto na mortalidade por todas as causas nos 54 países avaliados. Mudanças mais robustas, como 50% de redução, ou duas horas, representariam ao menos três vezes menos mortes, comparando com o primeiro cenário”, diz o pesquisador da USP.
Mudanças contextuais
Porém, ao contrário do que já se sugeriu, a prática regular de exercícios físicos não foi capaz de diminuir o risco de morte no caso de pessoas que passavam mais de três horas sentadas. Por isso, Rezende destaca que é preciso investir em mudanças contextuais, não apenas no ambiente de trabalho, mas também nas cidades, para permitir que a população passe mais tempo se movimentando. “Não depende da força de vontade e da motivação individual de fazer exercício. O tempo que passamos trabalhando sentados é altamente determinante, assim como a forma que as cidades estão planejadas. Precisamos de calçadas bem cuidadas, de ciclovias, de um ambiente social mais favorável à prática de atividades em vários momentos, seja na forma de transporte e deslocamento, seja nas atividades do dia a dia”, defende.
O pesquisador da USP esclarece que a linha de investigação que associa o tempo em que se passa sentado e o risco de morte é recente e que, portanto, é preciso cautela na interpretação dos resultados. “Não sabemos ainda se há uma relação causal, como é a do tabagismo com o câncer de pulmão, por exemplo. Há indícios dessa causalidade, mas isso precisa ser confirmado”, diz.
O cardiologista Fausto Stauf-fer, coordenador de Cardiologia do Hospital Santa Lúcia Norte e diretor científico da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), explica que estudos anteriores mostram que ficar sentado por muito tempo afeta negativamente as taxas de glicose e colesterol, além do índice de massa corporal (IMC) e da circunferência da cintura, mesmo em indivíduos que praticam exercícios físicos. A alteração desses parâmetros fisiológicos poderia explicar o aumento da mortalidade, ao menos nos casos de óbitos por doenças cardiovasculares.
 “A gente ainda não sabe o porquê disso. Em termos de orientação, o que podemos é dizer para as pessoas controlarem melhor os outros fatores de risco e tentarem ficar mais em pé.”


Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2017/06/04/interna_ciencia_saude,600042/ficar-sentado-mais-de-3-horas-por-dia-e-associado-a-433-mil-mortes-por.shtml

quinta-feira, 14 de março de 2019

Abençoado Abacate e o Nosso Emagrecer de Todo Dia


Gente! Como o abacate ajuda a não sentir fome após degustá-lo, como ajuda a emagrecer!
Mas não é só isso que o torna abençoado...
Vejamos, as frutas podem auxiliar no processo de emagrecimento e proporcionar saciedade em momentos inoportunos. (Já comeram para diminuir a ansiedade ou a tristeza?) Pois bem, enquanto a maioria das frutas é rica em carboidratos, o abacate é composto, em sua maior parte, por gorduras, gorduras do bem, gorduras que curam.



A princípio, essa característica pode parecer ruim, e por isso diversas pessoas evitam o seu consumo e excluem o abacate da lista de frutas permitidas em uma dieta, apenas pela fama criada sobre seu alto valor calórico, abrindo mão dos diversos benefícios do abacate para a saúde e boa forma.

Mas acontece que as gorduras contidas no abacate são muito saudáveis e a fruta pode ser uma ótima opção na estruturação de uma dieta low carb

Poder anti-inflamatório
Se você sofre com inchaços, desconfortos e vermelhidões devido a artroses, reumatismos e gotas, adicione o abacate a suas refeições. Elevai ajudar e muito.

 O abacate age sobre o colesterol HDL, considerado colesterol bom, responsável pela proteção das artérias, e não pela destruição dessas. Ele ajuda a reduzir a inflamação que vai acontecendo nas artérias com o passar do tempo. Isto é devido a presença da vitamina E que existe no abacate.
Esta vitamina tem efeito antinflamatório

Ele também ajuda em outras doenças inflamatórias como a artrite.
 O abacate contém uma baixa carga de carboidratos e um baixo índice glicêmico, o que minimiza a geração de picos de glicemia e insulina e por si só já são fatores que fazem com que ele seja um ótimo alimento para portadores de diabetes ou mesmo para não diabéticos que querem se beneficiar da manutenção de baixos níveis de açúcar no sangue.
Também está sob investigação a ação de um poliol presente no abacate chamado perseitol, que, ao contrário dos açúcares comuns, leva a uma supressão da liberação de insulina na corrente sanguínea.


O abacate é rico em fibras e gorduras provoca sensação de saciedade ajudando nas dietas a não sentir fome após sua ingesta.



Rico em magnésio e potássio, com baixo teor de sódio, o abacate é muito recomendado a pessoas que sofrem de hipertensão ou problemas cardiovasculares.



Nos cremes faciais
A grande riqueza em vitamina E que o abacate tem, e que funciona como antioxidante, ajuda a reduzir os efeitos dos fatores climáticos e de poluição na sua pele diminuindo as rugas e marcas de estresse.
A semente do abacate tem um óleo natural semelhante ao azeite de oliva, que é utilizado para fins cosméticos. No cabelo é muito útil para a manutenção do brilho natural e a prevenção de caspa.



O abacate tem elevado conteúdo de magnésio que ajuda no funcionamento do intestino, dos nervos e músculos, melhorando o sistema imunológico e possuindo suave efeito depurativo.
O abacate contribui para a manutenção de um fluxo sanguíneo saudável no cérebro e a redução da pressão arterial. Pela sua composição rica em vitaminas hidrossolúveis do grupo B, o abacate também ajuda ao bom funcionamento do sistema nervoso. O potássio que contem é fundamental para a transmissão e geração do impulso nervoso assim como para a atividade muscular.

Dica importante: todas as substancias valiosas do abacate estão concentradas na casca e nas partes próximas desta portanto ao consumi-lo raspe bem a polpa contida na parte interna da casca.

Faça você mesmo cremes antirrugas

Faça você mesmo cremes antirrugas

terça-feira, 12 de março de 2019

Como fazer o jejum intermitente?




Existem diversas formas de se realizar este jejum, criando uma organização entre períodos de alimentação e períodos de jejum.
Durante o período de jejum (janela de jejum) não se come nada, apenas se ingerem líquidos sem açúcar (chá, café, água) e durante os períodos de alimentação (janela de alimentação) se ingerem alimentos com baixo carboidrato.
Existem vários protocolos de jejum intermitente mas o que recomento é o:

– Método 16/8

O método 16/8 promove uma organização com jejum todos os dias durante 14 a 16 horas e com período de alimentação de 8 a 10 horas por dia. Este método é conhecido como protocolo Leangains.
Este método é simples de ser realizado e pode ser feito a partir do horário do jantar, cobrindo o jejum durante as horas de sono e pulando-se o café da manhã, realizando, posteriormente, o almoço.

Caso a última refeição do dia seja o jantar, terminando às 20h, por exemplo, o almoço poderá ser feito ao meio-dia do dia seguinte, totalizando 16 horas de jejum.

Apesar de não existir um cardápio específico para este método, recomenda-se certo controle sobre o que comer durante os horários livres, evitando-se alimentos industrializados, com açúcar e gorduras de má qualidade, dando prioridade a alimentos das dietas low carb como falei acima.