Dra. Graciela Alicia Martínez Homeopatia Acupuntura Medicina Integrativa Fones: 19-989232686 (Whatsapp) e-mail dragraciela23@gmail.com
sexta-feira, 12 de abril de 2019
quinta-feira, 4 de abril de 2019
sábado, 30 de março de 2019
Lavanda pode substituir drogas pra ansiedade, diz a ciência.
A lavanda realmente relaxa!
Cientistas japoneses descobriram
que a flor perfumada pode ajudar as pessoas a relaxar e ser uma alternativa
mais segura às drogas ansiolíticas.
Os cientistas descobriram que o cheiro do composto de
lavanda vaporizado ajudaria o rato a relaxar. Ela tem Linalol, que faz
desencadear “sinais olfativos” que levam ao relaxamento.
“Como em estudos anteriores, descobrimos que o odor de
linalol contido na Lavanda tem um efeito ansiolítico [anti-ansiedade] em
camundongos normais”.
“Na medicina popular, há muito se acredita que compostos
odoríferos derivados de extratos de plantas podem aliviar a ansiedade”, disse o
co-autor do estudo, Hideki Kashiwadani.
Mais seguro
O arbusto roxo pode ser uma alternativa mais segura às
pílulas para dormir, sugere o estudo.
Os benzodiazepínicos contidos nos remédios para dormir têm
sido associados a uma série de efeitos colaterais, incluindo problemas de
memória, crescimento da mama masculina e até mesmo defeitos congênitos.
O Xanax e Valium, entram na corrente sangüínea através das
vias aéreas e depois têm um efeito direto sobre os receptores das células do
cérebro, conhecidos como GABAARs.
Mas quando os camundongos foram pré-tratados com o
medicamento flumazenil, que bloqueia as drogas, eles não experimentaram nenhum
efeito calmante.
“Quando combinados, esses resultados sugerem que o linalol
não atua diretamente nos receptores GABAA, como fazem os benzodiazepínicos”,
explicou Kashiwadani.
“Mas deve ativá-los através de neurônios olfativos no nariz,
a fim de produzir seus efeitos relaxantes”.
“Nosso estudo também abre a possibilidade de que o
relaxamento visto em camundongos alimentados ou injetados com linalol poderia,
de fato, ser devido ao cheiro do composto emitido em sua respiração exalada.”
Ele acrescenta que mais pesquisas são necessárias para
determinar a segurança e eficácia do linalol quando tomadas através de
diferentes rotas antes que ele possa ser testado em seres humanos.
“Esses resultados, no entanto, nos aproximam do uso clínico
do linalol para aliviar a ansiedade”, acrescentou Kashiwadani.
Acalma na cirurgia
A lavanda também pode ser usada para acalmar os pacientes
antes de cirurgias ou aqueles que lutam para tomar medicação, como crianças ou
idosos.
Em cirurgia, por exemplo, o pré-tratamento com ansiolíticos
pode aliviar o estresse pré-operatório e, assim, ajudar a colocar os pacientes
sob anestesia geral de forma mais suave.
O linalol vaporizado também pode fornecer uma alternativa
segura para pacientes com dificuldades de administração oral ou supositório de
ansiolíticos, como lactentes ou idosos confusos.
Fonte: A arte de ser feliz
quarta-feira, 27 de março de 2019
Algas marinhas na Alimentação
Quem está habituado com a culinária japonesa sabe que as
algas são aproveitadas em sushis para revestir os rolinhos feitos de arroz.
Aliás, a alga usada no sushi é
especialmente rica em vitaminas e nutrientes. Além do sushi, as algas servem
também para engrossar shakes, e podem ser adicionadas à maionese para impedir
que este alimento se liquefaça. Isso porque o ácido algínico presente na alga
atua como um estabilizador ou emulsionante, garantindo a consistência mais
firme da maionese.
A gelatina também é outro alimento que contém um tipo de
alga chamado ágar. O agar é capaz de solidificar qualquer coisa a partir de uma
forma líquida. Mas não pense que todas as algas podem ser consumidas. Apenas
seis tipos são indicados para o consumo, e são eles:
Hijiki: tipo de alga de cor azul escura, que possui 14 vezes
mais cálcio que o leite normal. Rica em fibras e minerais, como cálcio, ferro e
magnésio, melhora a saúde e a beleza dos cabelos, deixando-os mais brilhantes.
Ágar-ágar: esta alga é uma mistura de oito tipos diferentes
de algas vermelhas, sendo aproveitada em gelatinas de frutas e para encorpar
molhos. O ágar-ágar atua como um regulador das funções do intestino,
proporciona a sensação de saciedade, reduz os níveis de colesterol e ajuda a
eliminar gorduras.
Espirulina: fonte de proteínas, esta alga pode ser
polvilhada sobre alimentos ou colocada em sucos e sopas. Ela é também utilizada
em forma de medicamento para controlar a fome e levar à perda de peso.
Kombu: usada em sopas, cozidos e refogados, a Kombu conta
com alto teor de fósforo, potássio, cálcio e iodo, importante para o bom
funcionamento da tireoide.
Dulse: rica em potássio, magnésio, ferro e iodo, é usada em
medicamentos de controle da tireoide. Na culinária, pode colocada em saladas,
sopas e molhos.
Nori: rica em proteína, cálcio, ferro, além das vitaminas A,
B e C, contendo duas vezes mais proteína do que algumas carnes. Por conter
muito iodo, ajuda na prevenção do bócio e hipotiroidismo. Auxilia a manter os
níveis de colesterol sempre estáveis e previne problemas cardiovasculares, fazendo
um bem enorme também à saúde da pele.
Sabendo de tudo isso, há inúmeros motivos para incluir as
algas na sua alimentação e ter uma vida mais saudável!
SPIRULINA E DESINTOXICAÇÃO
Você já ouviu falar da importância da desintoxicação? Com
certeza sim e tem muita gente que acha que é modismo, mas desintoxicação é
saúde, é energia. Nossa alimentação mudou tanto em termos de saúde que, mesmo
que busquemos alimentos livres de agrotóxicos e de conservantes, não dá para
dizer que é 100% saudável. É preciso além de desintoxicar diariamente, procurar
selecionar os alimentos com menos produtos químicos. Por isso vamos saber mais
sobre o poder da desintoxicação que a spirulina tem e que pode ajudar numa
saúde melhor.
Não sei se você notou, mas parece que nos dias de hoje
estamos cada vez mais expostos a metais pesados: mercúrio em nossas obturações
dentárias, alumínio em desodorantes, cádmio em cigarros ou mercúrio em peixes,
aditivos alimentares artificiais, tabaco, medicamentos, agrotóxicos, álcool,
poluentes do ar, produtos químicos usados em casa, antibióticos, hormônios
utilizados em carnes e outros produtos de origem animal, as toxinas estão em
toda parte!
E não importa quão duro você trabalhe para evitá-los, certos
níveis de exposição sempre ocorrerão. Várias pesquisas científicas mostraram
que a Spirulina é um agente quelante eficaz para remover arsénio, mercúrio,
chumbo e outros metais pesados, mas também na remoção de substâncias radioativas
de nossos corpos. Spirulina é um verdadeiro limpador de radicais livres que
podem causar vários e sérios danos ao nosso organismo. Estes são dados de
inúmeras pesquisas científicas e muitos estudos que ainda estão acontecendo.
Ao adicionar a Spirulina na sua dieta você vai impulsionar seus
glóbulos vermelhos e sua capacidade de transportar oxigênio. Mais oxigênio
significa um corpo mais eficiente para desintoxicação.
Então, desintoxique seu organismo, não espere ele pedir
socorro, comece agora.
Fonte: www.olson.com.br
1.Spirulina Protege contra Inflamação Hepática em
Envelhecimento: Um Efeito Relacionado à Modulação do Microbiota Intestinal.
https://drive.google.com/file/d/10dcZp39XRokLE9vO2goHI8-cL4gskkIl/view?usp=sharing
2- Estudo Duplo-Cego, Controlado por Placebo com Foco no
Anticoagulante.
https://drive.google.com/open?id=1hE60qcKUvh6P-sri2thgDHe0nMa1Oyhn
sábado, 23 de março de 2019
Dieta Cetogênica:Cetose – O que é e como ela pode te ajudar a emagrecer
A Cetose é o
principal diferencial de uma dieta low carb em relação às tradicionais dietas
de baixas calorias, e é uma super aliada quando o objetivo é emagrecer e
controlar o apetite.
Você pode
aderir a uma dieta que corta carbos só à noite ou reduzir a cota ao longo do
dia, mas não reduzirá a ponto de entrar em cetose para sentir os benefícios de
redução do apetite e emagrecimento.
Cetose é o
nome dado ao processo de liberação de corpos cetônicos que acontece em
decorrência da lipólise, ou seja, quando se está queimando gordura como
combustível.
Se um corpo
não está queimando gordura, ele está queimando glicose.
Quando
colocamos muita glicose no sangue – quando comemos muitos carbos – a insulina
converte e armazena esse excesso de açúcar em gordura, e você ganha peso.
Porém ao
manter a ingestão de carboidratos baixa, você estará limitando a
disponibilidade de glicose e forçando o seu corpo a valer-se da gordura dos
alimentos e da gordura armazenada nas suas “pochetes” para funcionar.
Isso não é
nenhuma novidade: antes do surgimento da agricultura havia várias ocasiões em
que a comida escasseava, e o ser humano precisava poder queimar a própria
gordura quando necessário para continuar vivo.
Provavelmente
passamos boa parte da evolução da nossa espécie queimando gordura e não glicose
como combustível.
Além de ser
um truque bem inteligente que o corpo humano sabe fazer, a lipólise e a cetose
decorrente dela também trazem outro benefício: a fome diminui, muito.
Foi depois
de “virar a chavinha” para a lipólise que eu percebi todo o potencial da dieta
low carb, porque você de uma hora pra outra se vê livre do vício dos
carboidratos, que você achava que era simplesmente fruto da sua “falta de força
de vontade”.
Pura
maravilha bioquímica.
Por isso, se
uma pessoa que está querendo perder uns quilinhos cortar só alguns carbos da
dieta, provavelmente não estará reduzindo o suficiente para experimentar a
cetose e a diminuição do apetite, e pode acabar não vendo tanto sentido na
restrição de carbos.
Por isso eu
recomendo: experimente comer no máximo 20 gramas por dia de carbos líquidos,
nem que seja por uns 15 dias. Principalmente se tiver mais do que cinco quilos
para perder. Em nome da ciência!
Cetose –
Sintomas
Ao baixar
seu consumo de carboidratos quando iniciar sua alimentação low carb e entrar em
cetose, você pode apresentar alguns dos sintomas (mau hálito, náusea, sensação
de estar gripado) que são normais e acontecem porque o corpo está mudando o
combustível usado. Imagina que para muitos de nós que vinham de uma alimentação
com muitos carboidratos, isso nunca aconteceu antes, então é normal o corpo
sentir.
Esses
sintomas acontecem porque restringir o consumo de carboidratos faz o rim
excretar sódio, e para equilibrar o corpo também perde água. É essa mudança que
faz o corpo passar por esses sintomas.
A boa
notícia é que eles são temporários, normalmente em 2 ou 3 semanas de low carb
tudo volta ao normal.
Muitas pessoas
não sentem nada, se sentem imediatamente melhor após aderir a uma alimentação
low carb.
Também já vi
muitas menções a sensação de euforia e clareza de raciocínio.
No meu caso
senti um pouco de tudo fora a diferença no hálito, e realmente o raciocínio dá
uma boa melhorada
Já vi também
gente desistir da dieta por causa dos sintomas, mas vale a pena insistir porque
na maioria dos casos os sintomas são leves e o benefício incrível.
O Mark
Sisson, do projeto Primal, não recomenda que você fique em cetose por muito
tempo, porque 20 gramas não te permitem comer uma variedade muito grande de
vegetais, e isso limita a sua ingestão de nutrientes.
Importante:
embora a cetose ajude muito no emagrecimento, não é necessário estar em cetose
para emagrecer.
Dá
tranquilamente para manter o consumo de carbos em faixas maiores como 35-40
gramas e ainda assim perder peso com facilidade, mantendo o corpo otimizado
para queimar gordura como combustível. Nessa faixa maior você garante os
nutrientes incluindo uma farta quantidade de vegetais e algumas frutas de menor
quantidade de carboidratos.
A faixa de
35-40 gramas é apenas uma referência, algumas pessoas poderão consumir mais em
razão do nível de atividade física (se já estiver no peso certo). Homens também
conseguem comer um pouco mais de carbos do que as mulheres.
Cetose –
Dicas
Para lidar
com os sintomas durante o seu período de adaptação, tome a medicação que você
toma normalmente, beba bastante água e aumente o consumo de sal, para repor o
que o corpo perde, isso vai aliviar bastante…
Ajuda um caldo de carne bem salgadinho e beber
de caneca. Eu sempre que vou fazer frango ou carne desfiada para algum prato eu
ponho bastante caldo e depois bebo assim, com bastante cheiro verde e parmesão
ralado, se quiser pode jogar um ovo e mexer com um garfo para deixar o ovo em
fiapinhos… Alimenta muito e é uma delícia!
Mas carne de
verdade né, nada de caldos industrializados que são cheios de ingredientes que
podem sabotar sua dieta.
Cetose –
Quanto demora para sair da cetose
Se você em
processo de emagrecimento e “jacou” (comeu fora da dieta) não se preocupe se
está ou saiu da cetose, apenas continue a dieta normalmente.
Em geral 2
dias comendo fora da dieta farão uma pessoa que está em cetose sair dela.
Cetose –
Resumo
Para entrar
em cetose é necessário não ultrapassar os 20 gramas de carbos líquidos por dia.
Embora a
cetose ajude muito a emagrecer, não é obrigatório estar em cetose para perder
peso.
Em média se
entra em cetose após 2-3 dias de alimentação com no máximo 20 gramas de carbos
líquidos/dia.
Os sintomas
são temporários, duram de duas a três semanas.
Dra. Graciela Alicia Martínez
Veja mais →120 Verdades sobre a Dieta Cetogênica
domingo, 17 de março de 2019
Que posso comer na Dieta Cetogênica
Alimentos
Permitidos
Você deve
basear a maioria de suas refeições em torno destes alimentos:
Carne: Carne
vermelha, bife, presunto, bacon, frango e peru.
Peixe gordo:
Como salmão, truta, atum e cavala.
Ovos:
Prefira os orgânicos.
Manteiga.
Queijo de
Kefir: Queijo não processado (cheddar, cabra ou mussarela).
Nozes e
sementes: Amêndoas, nozes, sementes de abóbora, sementes de chia, etc.
Óleos
saudáveis: Principalmente azeite virgem extra, óleo de coco e óleo de abacate.
Abacate.
Vegetais
Low-Carb: A maioria dos vegetais verdes, tomates, cebolas, pimentas, etc
Condimentos:
Você pode usar sal, pimenta e várias ervas e especiarias saudáveis.
A dica é
basear a sua dieta principalmente em alimentos de verdade.
Como Comer
Fora?
Não é muito
difícil manter uma dieta cetogênica comendo fora de casa. A maioria dos
restaurantes oferecem algum tipo de carne ou prato à base de peixe. Peça isto,
e substitua qualquer alimento com muito carboidrato por vegetais.
Comidas à
base de ovos também são uma ótima opção, como omeletes. Abacate, guacamole e
bacon também podem ser opções recomendadas em restaurantes.
11 Benefícios da Dieta Cetogênica
Na Dieta Cetogênica está indicado um maior consumo de proteínas e gorduras.Estudos científicos publicados mostram que este tipo de dieta
pode ajudar a perder peso e melhorar a saúde
Dietas
cetogênicas podem até ter benefícios contra doenças como diabetes, câncer,
epilepsia e doença de Alzheimer
É uma dieta
que restringe a ingestão de carboidratos, priorizando alimentos ricos em
gordura, mas estas gorduras são do tipo que fazem bem a saúde.
Você
diminui a ingestão de carboidratos e substitui por gordura saudável.
A redução
de carboidratos coloca seu corpo em um estado metabólico chamado cetose, em que a gordura fornece a
maior parte da energia para o corpo.
Quando isso
acontece, o corpo torna-se incrivelmente eficiente na queima de gordura. Ela
também transforma gordura em cetonas no
fígado, fornecendo também energia para o cérebro.
esta dieta causa grandes reduções nos
níveis de açúcar no sangue e insulina.
Isto, juntamente com o aumento das cetonas no organismo, traz vários
benefícios para a saúde.
1.Emagrecimento
rápido (e fácil de manter)
A dieta cetogênica é uma maneira eficaz de
perder peso, e reduzir os fatores de risco para várias doenças.
Pesquisas
mostram que a dieta cetogênica é mais eficaz que as dietas padrões, que
recomendam de baixo teor de gordura
O melhor de
tudo é que você não precisa ficar contando calorias.
Um estudo
descobriu que as pessoas em uma dieta cetogênica perderam 2,2 vezes mais peso,
que os indivíduos em uma dieta de baixa gordura com restrição calórica. Os
níveis de triglicerídeos e colesterol HDL também melhoraram.
A dieta
cetogênica ajuda no emagrecimento por aumentar a ingestão proteica e o nível
das cetonas, além de manter baixos níveis de açúcar no sangue e por melhorar a
sensibilidade à insulina; esses são fatores que contribuem para o emagrecimento
2.Para
Diabetes e Pré-Diabetes
Diabetes é
caracterizada por alterações no metabolismo, açúcar no sangue elevado e função
da insulina prejudicada.
Veja mais sobre o Açúcar Elevado no Sangue Hiperglicemia Açúcar (Glicemia) Elevado no Sangue
Veja mais sobre o Açúcar Elevado no Sangue Hiperglicemia Açúcar (Glicemia) Elevado no Sangue
A dieta
cetogênica pode ajudar a perder o excesso de gordura, que está intimamente ligada
ao diabetes tipo 2, pré-diabetes e síndrome metabólica.
Um estudo
descobriu que essa dieta melhorou sensibilidade à insulina em até 75% em
pacientes.
O grupo da
dieta cetogênica perdeu 11,1 kg, em comparação com 6,9 kg no grupo comia
carboidratos. Isso pode ajudar a reduzir a medicação para diabetes.
3.Doença
cardíaca: Ela pode
reduzir fatores de risco de doenças cardíacas como gordura corporal, níveis de
HDL, pressão arterial e açúcar no sangue.
4.Câncer:
Usada atualmente para auxiliar no tratamento vários tipos de câncer, e retardar
o crescimento tumoral.
5.Doença
de Alzheimer: A
dieta pode reduzir os sintomas da doença de Alzheimer, e retardar a progressão
da doença.
6.Epilepsia:
A dieta cetogênica pode causar reduções maciças na frequência de convulsões em
crianças epilépticas.
7.Doença
de Parkinson: A
dieta também ajuda a melhorar os sintomas da doença de Parkinson.
8.Síndrome
do ovário policístico:
A dieta cetogênica pode ajudar a reduzir os níveis de insulina, que desempenham
um papel fundamental na síndrome do ovário policístico.
9.Lesões
cerebrais: A dieta
pode reduzir as concussões e ajudar a recuperação após uma lesão cerebral.
10. Acne: Devido ao controle dos níveis de
insulina e baixo consumo de açúcar e alimentos processados, a dieta pode ajudar
a melhorar a acne.
11. Melhora
a disposição e ajuda na administração do stress, porque a mente fica mais límpida.
Veja mais Verdades sobre a Dieta Cetogênica 120 Verdades sobre a Dieta Cetogênica
FICAR SENTADO MAIS DE 3 HORAS POR DIA É ASSOCIADO A 433 MIL MORTES POR ANO
No início, os ancestrais humanos viviam de galho em galho. Depois, desceram da árvore e ganharam o mundo sobre duas pernas. Em pouco mais de um século, porém, o Homo sapiens assumiu uma nova postura, que, dessa vez, nada tem a ver com o processo evolutivo. É numa cadeira que o homem moderno passa a maior parte do dia. Na internet, existe até piada sugerindo que o nome da espécie seja alterado para Homo sedentarius. Esse comportamento, embora pareça inevitável, é perigoso. Segundo um estudo brasileiro publicado na revista American Journal of Preventive Medicine, permanecer sentado mais de três horas por dia está diretamente associado a 3,8% dos óbitos por todas as causas no mundo. O mais grave é que a estatística inclui mesmo quem se exercita com regularidade.
O trabalho dos pesquisadores do Departamento de Medicina
Preventiva da Universidade de São Paulo (USP) usou dados da literatura
científica produzida em 54 países para calcular a média de horas diárias em que
as pessoas passam sentadas e o quanto isso contribui para aumentar a
mortalidade. De acordo com o líder do estudo e autor correspondente do artigo,
Leandro Rezende, desde 2010, pesquisas indicam a relação entre esse hábito e o
número aumentado de óbitos, mas, além de apresentar cálculos para uma quantidade
expressiva de países, o grupo da USP quis verificar se a prática de exercício
físico poderia reduzir os riscos associados.
A meta-análise mostra que, ajustando todos os fatores que
influenciam na mortalidade, ficar sentado por mais de três horas é um hábito
associado ao risco aumentado de óbito em todos os lugares analisados, que,
juntos, representam 25% da população adulta mundial. Em média, os habitantes
desses países passam 4,7 horas/dia nessa posição, variando de 4,2 horas (países
americanos) a 6,2 horas (países do Pacífico Ocidental). No geral, ficar mais de
três horas por dia sentado foi responsável por 433 mil mortes, ou 3,8% de todos
os óbitos registrados nas 54 nações analisadas, com percentuais variando de 2%
no sudeste asiático para 5,7% no Pacífico Ocidental. Rezende esclarece que não
havia literatura científica sobre o Brasil contendo esses dados, mas que a
realidade do país se insere no que foi observado em relação às Américas em
geral.
Ao mesmo tempo, remover alguns minutos do tempo em que se
passa sentado foi capaz de reduzir a mortalidade. “Mesmo reduções modestas,
como 10% do tempo médio, ou 30 minutos por dia, teriam impacto na mortalidade
por todas as causas nos 54 países avaliados. Mudanças mais robustas, como 50%
de redução, ou duas horas, representariam ao menos três vezes menos mortes,
comparando com o primeiro cenário”, diz o pesquisador da USP.
Mudanças contextuais
Porém, ao contrário do que já se sugeriu, a prática regular
de exercícios físicos não foi capaz de diminuir o risco de morte no caso de
pessoas que passavam mais de três horas sentadas. Por isso, Rezende destaca que
é preciso investir em mudanças contextuais, não apenas no ambiente de trabalho,
mas também nas cidades, para permitir que a população passe mais tempo se movimentando.
“Não depende da força de vontade e da motivação individual de fazer exercício.
O tempo que passamos trabalhando sentados é altamente determinante, assim como
a forma que as cidades estão planejadas. Precisamos de calçadas bem cuidadas,
de ciclovias, de um ambiente social mais favorável à prática de atividades em
vários momentos, seja na forma de transporte e deslocamento, seja nas
atividades do dia a dia”, defende.
O pesquisador da USP esclarece que a linha de investigação
que associa o tempo em que se passa sentado e o risco de morte é recente e que,
portanto, é preciso cautela na interpretação dos resultados. “Não sabemos ainda
se há uma relação causal, como é a do tabagismo com o câncer de pulmão, por
exemplo. Há indícios dessa causalidade, mas isso precisa ser confirmado”, diz.
O cardiologista Fausto Stauf-fer, coordenador de Cardiologia
do Hospital Santa Lúcia Norte e diretor científico da Sociedade Brasileira de
Cardiologia (SBC), explica que estudos anteriores mostram que ficar sentado por
muito tempo afeta negativamente as taxas de glicose e colesterol, além do
índice de massa corporal (IMC) e da circunferência da cintura, mesmo em
indivíduos que praticam exercícios físicos. A alteração desses parâmetros
fisiológicos poderia explicar o aumento da mortalidade, ao menos nos casos de
óbitos por doenças cardiovasculares.
“A gente ainda não sabe o porquê disso. Em
termos de orientação, o que podemos é dizer para as pessoas controlarem melhor
os outros fatores de risco e tentarem ficar mais em pé.”
Fonte:
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2017/06/04/interna_ciencia_saude,600042/ficar-sentado-mais-de-3-horas-por-dia-e-associado-a-433-mil-mortes-por.shtml
sexta-feira, 15 de março de 2019
quinta-feira, 14 de março de 2019
Abençoado Abacate e o Nosso Emagrecer de Todo Dia
Gente! Como
o abacate ajuda a não sentir fome após degustá-lo, como ajuda a emagrecer!
Mas não é só
isso que o torna abençoado...
Vejamos, as
frutas podem auxiliar no processo de emagrecimento e proporcionar saciedade em
momentos inoportunos. (Já comeram para diminuir a ansiedade ou a tristeza?)
Pois bem, enquanto a maioria das frutas é rica em carboidratos, o abacate é
composto, em sua maior parte, por gorduras, gorduras do bem, gorduras que
curam.
A princípio,
essa característica pode parecer ruim, e por isso diversas pessoas evitam o seu
consumo e excluem o abacate da lista de frutas permitidas em uma dieta, apenas
pela fama criada sobre seu alto valor calórico, abrindo mão dos diversos
benefícios do abacate para a saúde e boa forma.
Mas acontece
que as gorduras contidas no abacate são muito saudáveis e a fruta pode ser uma
ótima opção na estruturação de uma dieta low
carb
Poder
anti-inflamatório
Se você sofre
com inchaços, desconfortos e vermelhidões devido a artroses, reumatismos e
gotas, adicione o abacate a suas refeições. Elevai ajudar e muito.
O abacate age sobre o colesterol HDL,
considerado colesterol bom, responsável pela proteção das artérias, e não pela
destruição dessas. Ele ajuda a reduzir a inflamação que vai acontecendo nas artérias
com o passar do tempo. Isto é devido a presença da vitamina E que existe no
abacate.
Esta vitamina
tem efeito antinflamatório
Ele também
ajuda em outras doenças inflamatórias como a artrite.
O abacate contém uma baixa carga de
carboidratos e um baixo índice glicêmico, o que minimiza a geração de picos de
glicemia e insulina e por si só já são fatores que fazem com que ele seja um
ótimo alimento para portadores de diabetes ou mesmo para não diabéticos que
querem se beneficiar da manutenção de baixos níveis de açúcar no sangue.
Também está
sob investigação a ação de um poliol presente
no abacate chamado perseitol, que, ao
contrário dos açúcares comuns, leva a uma supressão da liberação de insulina na
corrente sanguínea.
O abacate é
rico em fibras e gorduras provoca sensação de saciedade ajudando nas dietas a
não sentir fome após sua ingesta.
Rico em
magnésio e potássio, com baixo teor de sódio, o abacate é muito recomendado a
pessoas que sofrem de hipertensão ou problemas cardiovasculares.
Nos cremes
faciais
A grande
riqueza em vitamina E que o abacate tem, e que funciona como antioxidante,
ajuda a reduzir os efeitos dos fatores climáticos e de poluição na sua pele
diminuindo as rugas e marcas de estresse.
A semente do
abacate tem um óleo natural semelhante ao azeite de oliva, que é utilizado para
fins cosméticos. No cabelo é muito útil para a manutenção do brilho natural e a
prevenção de caspa.
O abacate
tem elevado conteúdo de magnésio que ajuda no funcionamento do intestino, dos
nervos e músculos, melhorando o sistema imunológico e possuindo suave efeito
depurativo.
O abacate
contribui para a manutenção de um fluxo sanguíneo saudável no cérebro e a
redução da pressão arterial. Pela sua composição rica em vitaminas hidrossolúveis
do grupo B, o abacate também ajuda ao bom funcionamento do sistema nervoso. O
potássio que contem é fundamental para a transmissão e geração do impulso
nervoso assim como para a atividade muscular.
Dica importante:
todas as substancias valiosas do abacate estão concentradas na casca e nas
partes próximas desta portanto ao consumi-lo raspe bem a polpa contida na parte
interna da casca.
terça-feira, 12 de março de 2019
Como fazer o jejum intermitente?
Existem
diversas formas de se realizar este jejum, criando uma organização entre períodos
de alimentação e períodos de jejum.
Durante o
período de jejum (janela de jejum) não se come nada, apenas se ingerem líquidos
sem açúcar (chá, café, água) e durante os períodos de alimentação (janela de
alimentação) se ingerem alimentos com baixo carboidrato.
Existem vários
protocolos de jejum intermitente mas o que recomento é o:
– Método
16/8
O método
16/8 promove uma organização com jejum todos os dias durante 14 a 16 horas e
com período de alimentação de 8 a 10 horas por dia. Este método é conhecido
como protocolo Leangains.
Este método
é simples de ser realizado e pode ser feito a partir do horário do jantar,
cobrindo o jejum durante as horas de sono e pulando-se o café da manhã,
realizando, posteriormente, o almoço.
Caso a
última refeição do dia seja o jantar, terminando às 20h, por exemplo, o almoço
poderá ser feito ao meio-dia do dia seguinte, totalizando 16 horas de jejum.
Apesar de
não existir um cardápio específico para este método, recomenda-se certo
controle sobre o que comer durante os horários livres, evitando-se alimentos industrializados,
com açúcar e gorduras de má qualidade, dando prioridade a alimentos das dietas low carb como falei acima.
domingo, 10 de março de 2019
sexta-feira, 8 de março de 2019
O Intestino está sendo considerado o Segundo Cérebro
Estudo
publicado em 2016 por pesquisadores brasileiros revelou que neurônios que
habitam o intestino são os responsáveis por ativar células de defesa em caso de
“perigo”. O perigo pode ser causado por bactérias que entram no organismo
acompanhadas por algum alimento.
Em seu
doutorado na USP, Ilana Gabanyi – atualmente pós-doutorando do Instituto
Pasteur em Paris – descobriu junto de Frederico Costa-Pinto, professor da
Faculdade de Medicina Veterinária da USP, que neurônios mais próximos do
interior do tubo digestivo “alertam” os macrófagos sobre a presença de algum
micro-organismo causador de doença. Para explicar essa comunicação, os
cientistas contam como funciona a digestão e sua interação com o sistema imune.
Macrófagos
Estas
células do sistema imunológico, conhecidas como macrófagos, desempenham
diferentes papéis de monitoramento e reparação em todo o corpo. Costa-Pinto, um
dos autores do estudo, lembra que uma das funções mais primitivas de defesa do
organismo é englobar – ou, em linguagem científica, fagocitar – um eventual agente
infeccioso. “Há uma relação muito antiga entre células de defesa e sistema
nervoso”, diz. Com essa informação em mente, o veterinário de formação procurou
entender melhor o papel do macrófago em uma das mais prestigiadas universidades
na área biomédica, a Rockefeller. Lá, convidado pelo colega, também brasileiro,
Daniel Mucida, ele e sua então aluna de doutorado, Ilana Gabanyi gastaram horas
nos modernos microscópios que permitiam
visualizar a movimentação das células em camundongos vivos.
A observação
rendeu duas descrições diferentes da função dos macrófagos no chamado sistema
nervoso entérico – as redes de neurônios que integram o sistema digestivo. Os
macrófagos da camada mais próxima do lúmen, onde estão as bactérias, atuavam
promovendo inflamação. Um padrão já esperado. Já os macrófagos que compõem a
camada chamada de muscularis, região mais distante do lúmen, expressavam genes
anti-inflamatórios quando estimulados pelos neurônios do sistema nervoso
simpático.
“A mensagem
que esses neurônios passam faz com que os macrófagos se tornem mais ativos na
proteção do tecido intestinal”, ressalta Ilana.
A “mensagem”
é, na verdade, um neurotransmissor conhecido como noradrenalina, que os
neurônios liberam quando detectam bactérias potencialmente patogênicas. Nos
experimentos, os pesquisadores utilizaram um tipo de salmonella atenuada, que
não chegava a causar lesões no intestino. Apesar de menos agressiva, a presença
da bactéria foi suficiente para ativar a proteção.
Intestino:
lugar de neurônio?
O intestino
agrega a maior coleção de neurônios fora do cérebro. São eles os responsáveis
pelas funções autônomas do sistema digestivo. Porém, não é qualquer neurônio
que participa da conversação com os macrófagos. O artigo identificou que os
responsáveis por essa comunicação são grupos de neurônios do sistema nervoso
simpático (SNS). O SNS é famoso por desencadear respostas a situações de
estresse, como a reação de ficar ou fugir.
Mas a
despeito de suas origens, é no intestino que esses neurônios habitam,
convivendo com outras células abundantes por lá: as células do sistema imune.
Para Costa-Pinto, a interação neuroimune encontrada no órgão é uma espécie de
sistema sensorial de alterações que causem prejuízos ao intestino.
O artigo
“Neuro-immune Interactions Drive Tissue Programming in Intestinal Macrophages”
foi publicado na revista científica Cell.
Fonte: http://ciencia.usp.br/index.php/2018/02/06/o-segundo-cerebro/
O que é Jejum Intermitente?
Jejum intermitente é um método de emagrecimento que visa intercalar períodos de jejum com períodos de alimentação. O objetivo é fazer com que o corpo utilize os estoques de gordura e com isso haja uma perda de massa gorda. ... Os períodos em que a alimentação é permitida são chamados de janelas de alimentação.
No prôximo post falaremos como fazer o jejum intermitente e para que serve .
Emagrece sim! Mas não é só isso!
O jejum tem
sido praticado há milênios por povos ao redor de todo o globo, mas só
recentemente, estudos têm lançado uma luz sobre o seu papel nas respostas
celulares adaptativas que reduzem o dano oxidativo e inflamação, otimizam o
metabolismo energético e reforçam a proteção celular.
De acordo com
pesquisadores americanos do National Institute of Health e da University of
Southern California, em animais inferiores, o jejum crônico estende a
longevidade, em parte, através da reprogramação do metabolismo e vias de
resistência ao estresse.
Em roedores o jejum intermitente ou periódico protege
contra diabetes, câncer, doenças do coração e neurodegenerativas, enquanto nos
seres humanos ajuda a reduzir a obesidade, a hipertensão, asma, e artrite
reumatóide.
Deste modo, o jejum intermitente tem o potencial para retardar o
envelhecimento e ajudar a prevenir e tratar doenças.
segunda-feira, 4 de março de 2019
Algas ajudam no Emagrecimento
Os
benefícios das algas marinhas para emagrecer são vários. Primeiro o alimento
possui baixas calorias. Segundo, as algas funcionam como inibidores de apetite,
causando sensação de saciedade pela presença de fibras que permanecem no
estômago por mais tempo, controlando a ânsia por comida. Sem fome, você come
menos e consequentemente emagrece. Além disso, o consumo de algas é importante
para a melhora do funcionamento do intestino e influencia na eliminação de
toxinas e gorduras presentes no organismo.
Ao mesmo
tempo, com a tireoide saudável devido às taxas de iodo controladas, não será
possível engordar de maneira descontrolada, principalmente com uma alimentação
saudável e com os gastos de energia que passam a ser mais rápidos.
Para
completar, as células desinflamadas irão transformar a glicose dos alimentos em
energia ao invés de gordura, evitando mais uma vez o ganho de peso. Uma fibra
natural específica encontrada na alga chamada alginato diminui a absorção de
gordura de maneira surpreendente e eficiente, melhor do que muitos tratamentos
atuais existentes no combate a obesidade.
Para que
servem as algas no processo de emagrecimento?
Sensação de
saciedade (inibidor de fome)
Regulação
dos níveis de glicose do organismo
Reduz a
absorção de gorduras, diminuindo os índices de colesterol
Transforma
glicose em energia e não em gordura
Elimina
toxinas do organismo
Tem baixa
caloria
Otimiza o
trânsito intestinal
Ajuda na
digestão
Estimula o
metabolismo
https://www.mundoboaforma.com.br
domingo, 3 de março de 2019
Como se desintoxicar de Metais Pesados com Alimentação
Vivemos em
um mundo onde as coisas são cada vez mais submetidas a processos industriais.
Desde o processamento dos alimentos à fabricação da peça de um carro. Todos
estes processos são tóxicos. Nossa própria alimentação pode estar repleta de
toxinas, prejudicando assim o nosso corpo. Muito comumente o nosso corpo estará
intoxicado com metais pesados sem que ao menos percebamos. Veremos aqui por que
e como desintoxicar nosso organismo dos metais pesados.
Por que é
necessário desintoxicar o corpo?
Situação
cada vez mais frequente é a necessidade de se visitar o médico por uma queixa
ou outra e mesmo assim não encontrar cura para o sofrimento enfrentado. Muitas
vezes a sensação de fadiga constante, quase sempre diagnosticada como estresse.
Ou casos de constipação que na maioria das consultas são dados como
consequência de um mero resfriado ou alteração hormonal.
Há já algum
tempo que vêm aumentando os casos de mal-estar e cansaços crônicos, que não
encontram cura. Fraqueza é outro caso recorrente nestas situações, quase sempre
diagnosticada com o tão conhecido estresse.
Todos estes
sinais podem significar intoxicação por metais pesados, como mercúrio, metal
apontado como responsável por severas complicações no organismo, tais como
ansiedade, bipolaridade, autismo, epilepsia, espasmos e muitos outros. O grande
problema reside justamente no fato de não sabermos exatamente em que momento
estamos expostos à intoxicação por metais pesados, uma vez que podem estar
presentes por causa da poluição, processos industriais que liberam carbono,
agrotóxicos, pesticidas e demais atividades modernas.
Portanto,
mesmo os alimentos que sejam vendidos sob a bandeira de orgânicos podem já ter
sido contaminados de forma indireta, como a toxicidade do solo, a poluição do ar
ou da chuva, os processos de transporte ou finalização.
Como
desintoxicar o corpo e eliminar metais pesados
Felizmente,
a cada dia que passa novos benefícios da natureza são apresentados ao
conhecimento da humanidade. Hoje já se sabe que há determinados alimentos
capazes de auxiliar no processo de desintoxicação e eliminação de metais
pesados do corpo.
Veja a lista
de alimentos que ajudam a desintoxicar e eliminar metais pesados:
Spirulina
A spirulina
é uma alga azul-esverdeada da região do Havaí. Ela é capaz de remover metais
pesados do sistema nervoso, cérebro e também do fígado. Pode ser ingerida
através de extrato em pó, bastando duas colheres com água, preferencialmente de
coco.
Suco de
extrato de cevada
A cevada é
muito poderosa para remover todos os metais pesados do sistema reprodutivo,
baço, pâncreas e intestino. Duas colheres com água de coco todos os dias.
Coentro
O coentro
remove metais pesados de todas as áreas do corpo de forma extremamente
abrangente. Pode ser usado em sucos centrifugados Talvez você não o conheça na forma da planta (e sim somente em
pó) é uma erva aromática parecida com a salsinha, mas de gosto e cheiro
diferentes.
Alga dulce
(Palmaria palmata)
Também
chamada de alga vermelha do Atlântico, atlantic dulse, dillisk, dilsk ou
creathnach, é uma alga vermelha, única espécie de Palmaria que se encontra nas
costas atlânticas da Europa, desde a costa de Portugal até as do Mar Báltico,
além das costas da Islândia e das Ilhas Feroe.
É usada comumente na Irlanda,
Islândia e na parte atlântica de Canadá tanto como comida como medicina. Ao
contrário das outras algas, a atlantic dulse é uma força poderosa para a
remoção de mercúrio por conta própria. Diz-se que ela entra em lugares profundos,
escondidos no trato digestivo e no intestino, em busca de mercúrio, ligando-se
a ele até que este metal perigoso, seja expelido pelo próprio corpo.
Considerações
sobre intoxicação e metais pesados
Embora se
saiba que o poder da natureza é imensurável e pode-se obter o alívio de muitas
mazelas através dela, é sempre bom ter em mente que antes de qualquer decisão
sobre a sua saúde você deve procurar um médico. Somente um profissional de
saúde está qualificado para prover as orientações corretas e necessárias sobre
a melhor forma de você encontrar o tratamento para possíveis casos de
intoxicação ou eliminação de metais pesados.
Fonte: www.greenme.com.br
Alimentos que ajudam a eliminar a Nicotina
Você fuma ou já fumou alguma vez? Os alimentos abaixo irão
ajudar você a eliminar a nicotina de seu organismo.
Todos nós sabemos que fumar faz mal e mesmo assim, algumas
pessoas continuam fumando porque isso se converteu em um hábito, sabidamente
ruim, mas muito difícil de se livrar. Cigarros contêm diversas substâncias
nocivas e toxinas que danificam o corpo. A nicotina presente nos cigarros pode
levar ao aumento da pressão sanguínea e danificar os pulmões, além de ser uma
droga extremamente viciante.
Se você fuma, está reduzindo as quantidades de vitaminas C,
E e A de seu corpo, que são, justamente, as que protegem os pulmões de qualquer
dano. A vitamina B5 é bem conhecida como substância antiestresse porque aumenta
a produção de hormônios que lutam contra a depressão.
Os alimentos a seguir, ajudam a eliminar a nicotina e outras
toxinas do corpo:
1. Água
A água é a bebida da vida. Elimina toxinas do corpo pela
pele, via suor. Além disso, a nicotina desidrata o corpo, então você necessita
de água para reidratá-lo. Portanto, deve ingerir entre 8 e 12 copos de água,
todos os dias;
Laranjas contêm altos níveis de vitamina C, aceleram o
metabolismo e reduzem o estresse;
3. Kiwi
O kiwi repõe as vitaminas A,C e E que o fumo reduz;
4. Suco de cenoura
Suco de cenoura contém vitaminas A, B, C e K, que eliminam a
nicotina do corpo. A bebida tem altas concentrações de vitaminas que repõem os
nutrientes da pele para fazê-la ficar viçosa, uma vez que a nicotina faz com
que a pele pareça sem vida;
5. Brócolis
Brócolis contêm altos níveis de vitaminas B5 e C, além
disso, protege os pulmões dos danos;
6. Espinafre
Faz com que o tabaco tenha um gosto ruim e é rico em
vitaminas e ácido fólico;
7. Ervas aromáticas secas
Ervas aromáticas secas reduzem a nicotina do corpo e são
ricas em vitaminas A e E;
8. Frutas vermelhas
Eliminam toxinas do corpo;
9. Romã
O romã ajuda à circulação do sangue e o equilíbrio numérico
das células.
Portanto, se você fuma ou está pensando em parar de fumar
experimente comer mais estes alimentos para ajudar você a parar, ou, ao menos,
a resistir ao vício.
Fonte: https://www.greenme.com.br
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