sábado, 30 de março de 2019

Lavanda pode substituir drogas pra ansiedade, diz a ciência.





A lavanda realmente relaxa! 
Cientistas japoneses descobriram que a flor perfumada pode ajudar as pessoas a relaxar e ser uma alternativa mais segura às drogas ansiolíticas.
 Pesquisadores da Universidade de Kagoshima demonstraram que ratos que foram expostos ao aroma da flor tinham menos sinais de ansiedade. O estudo foi publicado na revista Frontiers in Behavioral Neuroscience.

Os cientistas descobriram que o cheiro do composto de lavanda vaporizado ajudaria o rato a relaxar. Ela tem Linalol, que faz desencadear “sinais olfativos” que levam ao relaxamento.

“Como em estudos anteriores, descobrimos que o odor de linalol contido na Lavanda tem um efeito ansiolítico [anti-ansiedade] em camundongos normais”.

“Na medicina popular, há muito se acredita que compostos odoríferos derivados de extratos de plantas podem aliviar a ansiedade”, disse o co-autor do estudo, Hideki Kashiwadani.

Mais seguro

O arbusto roxo pode ser uma alternativa mais segura às pílulas para dormir, sugere o estudo.

Os benzodiazepínicos contidos nos remédios para dormir têm sido associados a uma série de efeitos colaterais, incluindo problemas de memória, crescimento da mama masculina e até mesmo defeitos congênitos.

O Xanax e Valium, entram na corrente sangüínea através das vias aéreas e depois têm um efeito direto sobre os receptores das células do cérebro, conhecidos como GABAARs.

Mas quando os camundongos foram pré-tratados com o medicamento flumazenil, que bloqueia as drogas, eles não experimentaram nenhum efeito calmante.

“Quando combinados, esses resultados sugerem que o linalol não atua diretamente nos receptores GABAA, como fazem os benzodiazepínicos”, explicou Kashiwadani.

“Mas deve ativá-los através de neurônios olfativos no nariz, a fim de produzir seus efeitos relaxantes”.

“Nosso estudo também abre a possibilidade de que o relaxamento visto em camundongos alimentados ou injetados com linalol poderia, de fato, ser devido ao cheiro do composto emitido em sua respiração exalada.”

Ele acrescenta que mais pesquisas são necessárias para determinar a segurança e eficácia do linalol quando tomadas através de diferentes rotas antes que ele possa ser testado em seres humanos.

“Esses resultados, no entanto, nos aproximam do uso clínico do linalol para aliviar a ansiedade”, acrescentou Kashiwadani.

Acalma na cirurgia

A lavanda também pode ser usada para acalmar os pacientes antes de cirurgias ou aqueles que lutam para tomar medicação, como crianças ou idosos.

Em cirurgia, por exemplo, o pré-tratamento com ansiolíticos pode aliviar o estresse pré-operatório e, assim, ajudar a colocar os pacientes sob anestesia geral de forma mais suave.

O linalol vaporizado também pode fornecer uma alternativa segura para pacientes com dificuldades de administração oral ou supositório de ansiolíticos, como lactentes ou idosos confusos.

 Até 40 por cento das pessoas sofrem de ansiedade em todo o mundo em algum momento de suas vidas.

Fonte: A arte de ser feliz

quarta-feira, 27 de março de 2019

Algas marinhas na Alimentação




Quem está habituado com a culinária japonesa sabe que as algas são aproveitadas em sushis para revestir os rolinhos feitos de arroz. Aliás, a alga usada no sushi  é especialmente rica em vitaminas e nutrientes. Além do sushi, as algas servem também para engrossar shakes, e podem ser adicionadas à maionese para impedir que este alimento se liquefaça. Isso porque o ácido algínico presente na alga atua como um estabilizador ou emulsionante, garantindo a consistência mais firme da maionese.


A gelatina também é outro alimento que contém um tipo de alga chamado ágar. O agar é capaz de solidificar qualquer coisa a partir de uma forma líquida. Mas não pense que todas as algas podem ser consumidas. Apenas seis tipos são indicados para o consumo, e são eles:

Hijiki: tipo de alga de cor azul escura, que possui 14 vezes mais cálcio que o leite normal. Rica em fibras e minerais, como cálcio, ferro e magnésio, melhora a saúde e a beleza dos cabelos, deixando-os mais brilhantes.

Ágar-ágar: esta alga é uma mistura de oito tipos diferentes de algas vermelhas, sendo aproveitada em gelatinas de frutas e para encorpar molhos. O ágar-ágar atua como um regulador das funções do intestino, proporciona a sensação de saciedade, reduz os níveis de colesterol e ajuda a eliminar gorduras.

Espirulina: fonte de proteínas, esta alga pode ser polvilhada sobre alimentos ou colocada em sucos e sopas. Ela é também utilizada em forma de medicamento para controlar a fome e levar à perda de peso.

Kombu: usada em sopas, cozidos e refogados, a Kombu conta com alto teor de fósforo, potássio, cálcio e iodo, importante para o bom funcionamento da tireoide.

Dulse: rica em potássio, magnésio, ferro e iodo, é usada em medicamentos de controle da tireoide. Na culinária, pode colocada em saladas, sopas e molhos.

Nori: rica em proteína, cálcio, ferro, além das vitaminas A, B e C, contendo duas vezes mais proteína do que algumas carnes. Por conter muito iodo, ajuda na prevenção do bócio e hipotiroidismo. Auxilia a manter os níveis de colesterol sempre estáveis e previne problemas cardiovasculares, fazendo um bem enorme também à saúde da pele.
Sabendo de tudo isso, há inúmeros motivos para incluir as algas na sua alimentação e ter uma vida mais saudável!

SPIRULINA E DESINTOXICAÇÃO




Você já ouviu falar da importância da desintoxicação? Com certeza sim e tem muita gente que acha que é modismo, mas desintoxicação é saúde, é energia. Nossa alimentação mudou tanto em termos de saúde que, mesmo que busquemos alimentos livres de agrotóxicos e de conservantes, não dá para dizer que é 100% saudável. É preciso além de desintoxicar diariamente, procurar selecionar os alimentos com menos produtos químicos. Por isso vamos saber mais sobre o poder da desintoxicação que a spirulina tem e que pode ajudar numa saúde melhor.

Não sei se você notou, mas parece que nos dias de hoje estamos cada vez mais expostos a metais pesados: mercúrio em nossas obturações dentárias, alumínio em desodorantes, cádmio em cigarros ou mercúrio em peixes, aditivos alimentares artificiais, tabaco, medicamentos, agrotóxicos, álcool, poluentes do ar, produtos químicos usados em casa, antibióticos, hormônios utilizados em carnes e outros produtos de origem animal, as toxinas estão em toda parte!

E não importa quão duro você trabalhe para evitá-los, certos níveis de exposição sempre ocorrerão. Várias pesquisas científicas mostraram que a Spirulina é um agente quelante eficaz para remover arsénio, mercúrio, chumbo e outros metais pesados, mas também na remoção de substâncias radioativas de nossos corpos. Spirulina é um verdadeiro limpador de radicais livres que podem causar vários e sérios danos ao nosso organismo. Estes são dados de inúmeras pesquisas científicas e muitos estudos que ainda estão acontecendo.

Ao adicionar a  Spirulina  na sua dieta você vai impulsionar seus glóbulos vermelhos e sua capacidade de transportar oxigênio. Mais oxigênio significa um corpo mais eficiente para desintoxicação.

Então, desintoxique seu organismo, não espere ele pedir socorro, comece agora.

Fonte: www.olson.com.br 
1.Spirulina Protege contra Inflamação Hepática em Envelhecimento: Um Efeito Relacionado à Modulação do Microbiota Intestinal.
https://drive.google.com/file/d/10dcZp39XRokLE9vO2goHI8-cL4gskkIl/view?usp=sharing
2- Estudo Duplo-Cego, Controlado por Placebo com Foco no Anticoagulante.

https://drive.google.com/open?id=1hE60qcKUvh6P-sri2thgDHe0nMa1Oyhn


sábado, 23 de março de 2019

Dieta Cetogênica:Cetose – O que é e como ela pode te ajudar a emagrecer




A Cetose é o principal diferencial de uma dieta low carb em relação às tradicionais dietas de baixas calorias, e é uma super aliada quando o objetivo é emagrecer e controlar o apetite.

Você pode aderir a uma dieta que corta carbos só à noite ou reduzir a cota ao longo do dia, mas não reduzirá a ponto de entrar em cetose para sentir os benefícios de redução do apetite e emagrecimento.


Cetose é o nome dado ao processo de liberação de corpos cetônicos que acontece em decorrência da lipólise, ou seja, quando se está queimando gordura como combustível.

Se um corpo não está queimando gordura, ele está queimando glicose.

Quando colocamos muita glicose no sangue – quando comemos muitos carbos – a insulina converte e armazena esse excesso de açúcar em gordura, e você ganha peso.

Porém ao manter a ingestão de carboidratos baixa, você estará limitando a disponibilidade de glicose e forçando o seu corpo a valer-se da gordura dos alimentos e da gordura armazenada nas suas “pochetes” para funcionar.

Isso não é nenhuma novidade: antes do surgimento da agricultura havia várias ocasiões em que a comida escasseava, e o ser humano precisava poder queimar a própria gordura quando necessário para continuar vivo.

Provavelmente passamos boa parte da evolução da nossa espécie queimando gordura e não glicose como combustível.


Além de ser um truque bem inteligente que o corpo humano sabe fazer, a lipólise e a cetose decorrente dela também trazem outro benefício: a fome diminui, muito.

Foi depois de “virar a chavinha” para a lipólise que eu percebi todo o potencial da dieta low carb, porque você de uma hora pra outra se vê livre do vício dos carboidratos, que você achava que era simplesmente fruto da sua “falta de força de vontade”.
Pura maravilha bioquímica.


Por isso, se uma pessoa que está querendo perder uns quilinhos cortar só alguns carbos da dieta, provavelmente não estará reduzindo o suficiente para experimentar a cetose e a diminuição do apetite, e pode acabar não vendo tanto sentido na restrição de carbos.

Por isso eu recomendo: experimente comer no máximo 20 gramas por dia de carbos líquidos, nem que seja por uns 15 dias. Principalmente se tiver mais do que cinco quilos para perder. Em nome da ciência!


Cetose – Sintomas

Ao baixar seu consumo de carboidratos quando iniciar sua alimentação low carb e entrar em cetose, você pode apresentar alguns dos sintomas (mau hálito, náusea, sensação de estar gripado) que são normais e acontecem porque o corpo está mudando o combustível usado. Imagina que para muitos de nós que vinham de uma alimentação com muitos carboidratos, isso nunca aconteceu antes, então é normal o corpo sentir.

Esses sintomas acontecem porque restringir o consumo de carboidratos faz o rim excretar sódio, e para equilibrar o corpo também perde água. É essa mudança que faz o corpo passar por esses sintomas.

A boa notícia é que eles são temporários, normalmente em 2 ou 3 semanas de low carb tudo volta ao normal.

Muitas pessoas não sentem nada, se sentem imediatamente melhor após aderir a uma alimentação low carb.

Também já vi muitas menções a sensação de euforia e clareza de raciocínio.

No meu caso senti um pouco de tudo fora a diferença no hálito, e realmente o raciocínio dá uma boa melhorada

Já vi também gente desistir da dieta por causa dos sintomas, mas vale a pena insistir porque na maioria dos casos os sintomas são leves e o benefício incrível.

O Mark Sisson, do projeto Primal, não recomenda que você fique em cetose por muito tempo, porque 20 gramas não te permitem comer uma variedade muito grande de vegetais, e isso limita a sua ingestão de nutrientes.


Importante: embora a cetose ajude muito no emagrecimento, não é necessário estar em cetose para emagrecer.

Dá tranquilamente para manter o consumo de carbos em faixas maiores como 35-40 gramas e ainda assim perder peso com facilidade, mantendo o corpo otimizado para queimar gordura como combustível. Nessa faixa maior você garante os nutrientes incluindo uma farta quantidade de vegetais e algumas frutas de menor quantidade de carboidratos.

A faixa de 35-40 gramas é apenas uma referência, algumas pessoas poderão consumir mais em razão do nível de atividade física (se já estiver no peso certo). Homens também conseguem comer um pouco mais de carbos do que as mulheres.


Cetose – Dicas
Para lidar com os sintomas durante o seu período de adaptação, tome a medicação que você toma normalmente, beba bastante água e aumente o consumo de sal, para repor o que o corpo perde, isso vai aliviar bastante…

 Ajuda um caldo de carne bem salgadinho e beber de caneca. Eu sempre que vou fazer frango ou carne desfiada para algum prato eu ponho bastante caldo e depois bebo assim, com bastante cheiro verde e parmesão ralado, se quiser pode jogar um ovo e mexer com um garfo para deixar o ovo em fiapinhos… Alimenta muito e é uma delícia!

Mas carne de verdade né, nada de caldos industrializados que são cheios de ingredientes que podem sabotar sua dieta.


Cetose – Quanto demora para sair da cetose
Se você em processo de emagrecimento e “jacou” (comeu fora da dieta) não se preocupe se está ou saiu da cetose, apenas continue a dieta normalmente.

Em geral 2 dias comendo fora da dieta farão uma pessoa que está em cetose sair dela.

Cetose – Resumo
Para entrar em cetose é necessário não ultrapassar os 20 gramas de carbos líquidos por dia.

Embora a cetose ajude muito a emagrecer, não é obrigatório estar em cetose para perder peso.

Em média se entra em cetose após 2-3 dias de alimentação com no máximo 20 gramas de carbos líquidos/dia.
Os sintomas são temporários, duram de duas a três semanas.


Dra. Graciela Alicia Martínez



domingo, 17 de março de 2019

Que posso comer na Dieta Cetogênica


Alimentos Permitidos
Você deve basear a maioria de suas refeições em torno destes alimentos:




Carne: Carne vermelha, bife, presunto, bacon, frango e peru.
Peixe gordo: Como salmão, truta, atum e cavala.
Ovos: Prefira os orgânicos.
Manteiga.
Queijo de Kefir: Queijo não processado (cheddar, cabra ou mussarela).
Nozes e sementes: Amêndoas, nozes, sementes de abóbora, sementes de chia, etc.
Óleos saudáveis: Principalmente azeite virgem extra, óleo de coco e óleo de abacate.
Abacate.
Vegetais Low-Carb: A maioria dos vegetais verdes, tomates, cebolas, pimentas, etc
Condimentos: Você pode usar sal, pimenta e várias ervas e especiarias saudáveis.
A dica é basear a sua dieta principalmente em alimentos de verdade.

Como Comer Fora?
Não é muito difícil manter uma dieta cetogênica comendo fora de casa. A maioria dos restaurantes oferecem algum tipo de carne ou prato à base de peixe. Peça isto, e substitua qualquer alimento com muito carboidrato por vegetais.

Comidas à base de ovos também são uma ótima opção, como omeletes. Abacate, guacamole e bacon também podem ser opções recomendadas em restaurantes.

Veja mais "Verdades sobre a Dieta Cetogênica" 120 Verdades sobre a Dieta Cetogênica

11 Benefícios da Dieta Cetogênica





Na Dieta Cetogênica está indicado  um maior consumo de proteínas e gorduras.Estudos científicos publicados mostram que este tipo de dieta pode ajudar a perder peso e melhorar a saúde
Dietas cetogênicas podem até ter benefícios contra doenças como diabetes, câncer, epilepsia e doença de Alzheimer
É uma dieta que restringe a ingestão de carboidratos, priorizando alimentos ricos em gordura, mas estas gorduras são do tipo que fazem bem a saúde.

Você diminui a ingestão de carboidratos e substitui por gordura saudável. 
A redução de carboidratos coloca seu corpo em um estado metabólico chamado cetose, em que a gordura fornece a maior parte da energia para o corpo.

Quando isso acontece, o corpo torna-se incrivelmente eficiente na queima de gordura. Ela também transforma gordura em cetonas no fígado, fornecendo também energia para o cérebro.
esta dieta  causa grandes reduções nos níveis de açúcar no sangue e insulina.  Isto, juntamente com o aumento das cetonas no organismo, traz vários benefícios para a saúde.

 Benefícios
1.Emagrecimento rápido (e fácil de manter)
 A dieta cetogênica é uma maneira eficaz de perder peso, e reduzir os fatores de risco para várias doenças.
Pesquisas mostram que a dieta cetogênica é mais eficaz que as dietas padrões, que recomendam de baixo teor de gordura
O melhor de tudo é que você não precisa ficar contando calorias.

Um estudo descobriu que as pessoas em uma dieta cetogênica perderam 2,2 vezes mais peso, que os indivíduos em uma dieta de baixa gordura com restrição calórica. Os níveis de triglicerídeos e colesterol HDL também melhoraram.

A dieta cetogênica ajuda no emagrecimento por aumentar a ingestão proteica e o nível das cetonas, além de manter baixos níveis de açúcar no sangue e por melhorar a sensibilidade à insulina; esses são fatores que contribuem para o emagrecimento
2.Para Diabetes e Pré-Diabetes

Diabetes é caracterizada por alterações no metabolismo, açúcar no sangue elevado e função da insulina prejudicada.
Veja mais sobre o Açúcar Elevado no Sangue Hiperglicemia Açúcar (Glicemia) Elevado no Sangue
A dieta cetogênica pode ajudar a perder o excesso de gordura, que está intimamente ligada ao diabetes tipo 2, pré-diabetes e síndrome metabólica.
Um estudo descobriu que essa dieta melhorou sensibilidade à insulina em até 75% em pacientes.
O grupo da dieta cetogênica perdeu 11,1 kg, em comparação com 6,9 kg no grupo comia carboidratos. Isso pode ajudar a reduzir a medicação para diabetes.



3.Doença cardíaca: Ela pode reduzir fatores de risco de doenças cardíacas como gordura corporal, níveis de HDL, pressão arterial e açúcar no sangue.
4.Câncer: Usada atualmente para auxiliar no tratamento vários tipos de câncer, e retardar o crescimento tumoral.

5.Doença de Alzheimer: A dieta pode reduzir os sintomas da doença de Alzheimer, e retardar a progressão da doença.
6.Epilepsia: A dieta cetogênica pode causar reduções maciças na frequência de convulsões em crianças epilépticas.

7.Doença de Parkinson: A dieta também ajuda a melhorar os sintomas da doença de Parkinson.

8.Síndrome do ovário policístico: A dieta cetogênica pode ajudar a reduzir os níveis de insulina, que desempenham um papel fundamental na síndrome do ovário policístico.
9.Lesões cerebrais: A dieta pode reduzir as concussões e ajudar a recuperação após uma lesão cerebral.

10. Acne: Devido ao controle dos níveis de insulina e baixo consumo de açúcar e alimentos processados, a dieta pode ajudar a melhorar a acne.

11. Melhora a disposição e ajuda na administração do stress, porque a mente fica mais límpida.

Veja mais Verdades sobre a Dieta Cetogênica 120 Verdades sobre a Dieta Cetogênica

FICAR SENTADO MAIS DE 3 HORAS POR DIA É ASSOCIADO A 433 MIL MORTES POR ANO




No início, os ancestrais humanos viviam de galho em galho. Depois, desceram da árvore e ganharam o mundo sobre duas pernas. Em pouco mais de um século, porém, o Homo sapiens assumiu uma nova postura, que, dessa vez, nada tem a ver com o processo evolutivo. É numa cadeira que o homem moderno passa a maior parte do dia. Na internet, existe até piada sugerindo que o nome da espécie seja alterado para Homo sedentarius. Esse comportamento, embora pareça inevitável, é perigoso. Segundo um estudo brasileiro publicado na revista American Journal of Preventive Medicine, permanecer sentado mais de três horas por dia está diretamente associado a 3,8% dos óbitos por todas as causas no mundo. O mais grave é que a estatística inclui mesmo quem se exercita com regularidade.

O trabalho dos pesquisadores do Departamento de Medicina Preventiva da Universidade de São Paulo (USP) usou dados da literatura científica produzida em 54 países para calcular a média de horas diárias em que as pessoas passam sentadas e o quanto isso contribui para aumentar a mortalidade. De acordo com o líder do estudo e autor correspondente do artigo, Leandro Rezende, desde 2010, pesquisas indicam a relação entre esse hábito e o número aumentado de óbitos, mas, além de apresentar cálculos para uma quantidade expressiva de países, o grupo da USP quis verificar se a prática de exercício físico poderia reduzir os riscos associados.
A meta-análise mostra que, ajustando todos os fatores que influenciam na mortalidade, ficar sentado por mais de três horas é um hábito associado ao risco aumentado de óbito em todos os lugares analisados, que, juntos, representam 25% da população adulta mundial. Em média, os habitantes desses países passam 4,7 horas/dia nessa posição, variando de 4,2 horas (países americanos) a 6,2 horas (países do Pacífico Ocidental). No geral, ficar mais de três horas por dia sentado foi responsável por 433 mil mortes, ou 3,8% de todos os óbitos registrados nas 54 nações analisadas, com percentuais variando de 2% no sudeste asiático para 5,7% no Pacífico Ocidental. Rezende esclarece que não havia literatura científica sobre o Brasil contendo esses dados, mas que a realidade do país se insere no que foi observado em relação às Américas em geral.
Ao mesmo tempo, remover alguns minutos do tempo em que se passa sentado foi capaz de reduzir a mortalidade. “Mesmo reduções modestas, como 10% do tempo médio, ou 30 minutos por dia, teriam impacto na mortalidade por todas as causas nos 54 países avaliados. Mudanças mais robustas, como 50% de redução, ou duas horas, representariam ao menos três vezes menos mortes, comparando com o primeiro cenário”, diz o pesquisador da USP.
Mudanças contextuais
Porém, ao contrário do que já se sugeriu, a prática regular de exercícios físicos não foi capaz de diminuir o risco de morte no caso de pessoas que passavam mais de três horas sentadas. Por isso, Rezende destaca que é preciso investir em mudanças contextuais, não apenas no ambiente de trabalho, mas também nas cidades, para permitir que a população passe mais tempo se movimentando. “Não depende da força de vontade e da motivação individual de fazer exercício. O tempo que passamos trabalhando sentados é altamente determinante, assim como a forma que as cidades estão planejadas. Precisamos de calçadas bem cuidadas, de ciclovias, de um ambiente social mais favorável à prática de atividades em vários momentos, seja na forma de transporte e deslocamento, seja nas atividades do dia a dia”, defende.
O pesquisador da USP esclarece que a linha de investigação que associa o tempo em que se passa sentado e o risco de morte é recente e que, portanto, é preciso cautela na interpretação dos resultados. “Não sabemos ainda se há uma relação causal, como é a do tabagismo com o câncer de pulmão, por exemplo. Há indícios dessa causalidade, mas isso precisa ser confirmado”, diz.
O cardiologista Fausto Stauf-fer, coordenador de Cardiologia do Hospital Santa Lúcia Norte e diretor científico da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), explica que estudos anteriores mostram que ficar sentado por muito tempo afeta negativamente as taxas de glicose e colesterol, além do índice de massa corporal (IMC) e da circunferência da cintura, mesmo em indivíduos que praticam exercícios físicos. A alteração desses parâmetros fisiológicos poderia explicar o aumento da mortalidade, ao menos nos casos de óbitos por doenças cardiovasculares.
 “A gente ainda não sabe o porquê disso. Em termos de orientação, o que podemos é dizer para as pessoas controlarem melhor os outros fatores de risco e tentarem ficar mais em pé.”


Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2017/06/04/interna_ciencia_saude,600042/ficar-sentado-mais-de-3-horas-por-dia-e-associado-a-433-mil-mortes-por.shtml

quinta-feira, 14 de março de 2019

Abençoado Abacate e o Nosso Emagrecer de Todo Dia


Gente! Como o abacate ajuda a não sentir fome após degustá-lo, como ajuda a emagrecer!
Mas não é só isso que o torna abençoado...
Vejamos, as frutas podem auxiliar no processo de emagrecimento e proporcionar saciedade em momentos inoportunos. (Já comeram para diminuir a ansiedade ou a tristeza?) Pois bem, enquanto a maioria das frutas é rica em carboidratos, o abacate é composto, em sua maior parte, por gorduras, gorduras do bem, gorduras que curam.



A princípio, essa característica pode parecer ruim, e por isso diversas pessoas evitam o seu consumo e excluem o abacate da lista de frutas permitidas em uma dieta, apenas pela fama criada sobre seu alto valor calórico, abrindo mão dos diversos benefícios do abacate para a saúde e boa forma.

Mas acontece que as gorduras contidas no abacate são muito saudáveis e a fruta pode ser uma ótima opção na estruturação de uma dieta low carb

Poder anti-inflamatório
Se você sofre com inchaços, desconfortos e vermelhidões devido a artroses, reumatismos e gotas, adicione o abacate a suas refeições. Elevai ajudar e muito.

 O abacate age sobre o colesterol HDL, considerado colesterol bom, responsável pela proteção das artérias, e não pela destruição dessas. Ele ajuda a reduzir a inflamação que vai acontecendo nas artérias com o passar do tempo. Isto é devido a presença da vitamina E que existe no abacate.
Esta vitamina tem efeito antinflamatório

Ele também ajuda em outras doenças inflamatórias como a artrite.
 O abacate contém uma baixa carga de carboidratos e um baixo índice glicêmico, o que minimiza a geração de picos de glicemia e insulina e por si só já são fatores que fazem com que ele seja um ótimo alimento para portadores de diabetes ou mesmo para não diabéticos que querem se beneficiar da manutenção de baixos níveis de açúcar no sangue.
Também está sob investigação a ação de um poliol presente no abacate chamado perseitol, que, ao contrário dos açúcares comuns, leva a uma supressão da liberação de insulina na corrente sanguínea.


O abacate é rico em fibras e gorduras provoca sensação de saciedade ajudando nas dietas a não sentir fome após sua ingesta.



Rico em magnésio e potássio, com baixo teor de sódio, o abacate é muito recomendado a pessoas que sofrem de hipertensão ou problemas cardiovasculares.



Nos cremes faciais
A grande riqueza em vitamina E que o abacate tem, e que funciona como antioxidante, ajuda a reduzir os efeitos dos fatores climáticos e de poluição na sua pele diminuindo as rugas e marcas de estresse.
A semente do abacate tem um óleo natural semelhante ao azeite de oliva, que é utilizado para fins cosméticos. No cabelo é muito útil para a manutenção do brilho natural e a prevenção de caspa.



O abacate tem elevado conteúdo de magnésio que ajuda no funcionamento do intestino, dos nervos e músculos, melhorando o sistema imunológico e possuindo suave efeito depurativo.
O abacate contribui para a manutenção de um fluxo sanguíneo saudável no cérebro e a redução da pressão arterial. Pela sua composição rica em vitaminas hidrossolúveis do grupo B, o abacate também ajuda ao bom funcionamento do sistema nervoso. O potássio que contem é fundamental para a transmissão e geração do impulso nervoso assim como para a atividade muscular.

Dica importante: todas as substancias valiosas do abacate estão concentradas na casca e nas partes próximas desta portanto ao consumi-lo raspe bem a polpa contida na parte interna da casca.

Faça você mesmo cremes antirrugas

Faça você mesmo cremes antirrugas

terça-feira, 12 de março de 2019

Como fazer o jejum intermitente?




Existem diversas formas de se realizar este jejum, criando uma organização entre períodos de alimentação e períodos de jejum.
Durante o período de jejum (janela de jejum) não se come nada, apenas se ingerem líquidos sem açúcar (chá, café, água) e durante os períodos de alimentação (janela de alimentação) se ingerem alimentos com baixo carboidrato.
Existem vários protocolos de jejum intermitente mas o que recomento é o:

– Método 16/8

O método 16/8 promove uma organização com jejum todos os dias durante 14 a 16 horas e com período de alimentação de 8 a 10 horas por dia. Este método é conhecido como protocolo Leangains.
Este método é simples de ser realizado e pode ser feito a partir do horário do jantar, cobrindo o jejum durante as horas de sono e pulando-se o café da manhã, realizando, posteriormente, o almoço.

Caso a última refeição do dia seja o jantar, terminando às 20h, por exemplo, o almoço poderá ser feito ao meio-dia do dia seguinte, totalizando 16 horas de jejum.

Apesar de não existir um cardápio específico para este método, recomenda-se certo controle sobre o que comer durante os horários livres, evitando-se alimentos industrializados, com açúcar e gorduras de má qualidade, dando prioridade a alimentos das dietas low carb como falei acima.


sexta-feira, 8 de março de 2019

Fractal 2


O Intestino está sendo considerado o Segundo Cérebro


Estudo publicado em 2016 por pesquisadores brasileiros revelou que neurônios que habitam o intestino são os responsáveis por ativar células de defesa em caso de “perigo”. O perigo pode ser causado por bactérias que entram no organismo acompanhadas por algum alimento.
Em seu doutorado na USP, Ilana Gabanyi – atualmente pós-doutorando do Instituto Pasteur em Paris – descobriu junto de Frederico Costa-Pinto, professor da Faculdade de Medicina Veterinária da USP, que neurônios mais próximos do interior do tubo digestivo “alertam” os macrófagos sobre a presença de algum micro-organismo causador de doença. Para explicar essa comunicação, os cientistas contam como funciona a digestão e sua interação com o sistema imune.


Macrófagos
Estas células do sistema imunológico, conhecidas como macrófagos, desempenham diferentes papéis de monitoramento e reparação em todo o corpo. Costa-Pinto, um dos autores do estudo, lembra que uma das funções mais primitivas de defesa do organismo é englobar – ou, em linguagem científica, fagocitar – um eventual agente infeccioso. “Há uma relação muito antiga entre células de defesa e sistema nervoso”, diz. Com essa informação em mente, o veterinário de formação procurou entender melhor o papel do macrófago em uma das mais prestigiadas universidades na área biomédica, a Rockefeller. Lá, convidado pelo colega, também brasileiro, Daniel Mucida, ele e sua então aluna de doutorado, Ilana Gabanyi gastaram horas nos modernos microscópios que permitiam  visualizar a movimentação das células em camundongos vivos.



A observação rendeu duas descrições diferentes da função dos macrófagos no chamado sistema nervoso entérico – as redes de neurônios que integram o sistema digestivo. Os macrófagos da camada mais próxima do lúmen, onde estão as bactérias, atuavam promovendo inflamação. Um padrão já esperado. Já os macrófagos que compõem a camada chamada de muscularis, região mais distante do lúmen, expressavam genes anti-inflamatórios quando estimulados pelos neurônios do sistema nervoso simpático.

“A mensagem que esses neurônios passam faz com que os macrófagos se tornem mais ativos na proteção do tecido intestinal”, ressalta Ilana.

A “mensagem” é, na verdade, um neurotransmissor conhecido como noradrenalina, que os neurônios liberam quando detectam bactérias potencialmente patogênicas. Nos experimentos, os pesquisadores utilizaram um tipo de salmonella atenuada, que não chegava a causar lesões no intestino. Apesar de menos agressiva, a presença da bactéria foi suficiente para ativar a proteção.

Intestino: lugar de neurônio?
O intestino agrega a maior coleção de neurônios fora do cérebro. São eles os responsáveis pelas funções autônomas do sistema digestivo. Porém, não é qualquer neurônio que participa da conversação com os macrófagos. O artigo identificou que os responsáveis por essa comunicação são grupos de neurônios do sistema nervoso simpático (SNS). O SNS é famoso por desencadear respostas a situações de estresse, como a reação de ficar ou fugir.

Mas a despeito de suas origens, é no intestino que esses neurônios habitam, convivendo com outras células abundantes por lá: as células do sistema imune. Para Costa-Pinto, a interação neuroimune encontrada no órgão é uma espécie de sistema sensorial de alterações que causem prejuízos ao intestino.


O artigo “Neuro-immune Interactions Drive Tissue Programming in Intestinal Macrophages” foi publicado na revista científica Cell.

Fonte: http://ciencia.usp.br/index.php/2018/02/06/o-segundo-cerebro/

O que é Jejum Intermitente?




Jejum intermitente é um método de emagrecimento que visa intercalar períodos de jejum com períodos de alimentação. O objetivo é fazer com que o corpo utilize os estoques de gordura e com isso haja uma perda de massa gorda. ... Os períodos em que a alimentação é permitida são chamados de janelas de alimentação.

No prôximo post falaremos como fazer o jejum intermitente e para que serve .
Emagrece sim! Mas não é só isso!

O jejum tem sido praticado há milênios por povos ao redor de todo o globo, mas só recentemente, estudos têm lançado uma luz sobre o seu papel nas respostas celulares adaptativas que reduzem o dano oxidativo e inflamação, otimizam o metabolismo energético e reforçam a proteção celular.
De acordo com pesquisadores americanos do National Institute of Health e da University of Southern California, em animais inferiores, o jejum crônico estende a longevidade, em parte, através da reprogramação do metabolismo e vias de resistência ao estresse. 
Em roedores o jejum intermitente ou periódico protege contra diabetes, câncer, doenças do coração e neurodegenerativas, enquanto nos seres humanos ajuda a reduzir a obesidade, a hipertensão, asma, e artrite reumatóide
Deste modo, o jejum intermitente tem o potencial para retardar o envelhecimento e ajudar a prevenir e tratar doenças.

segunda-feira, 4 de março de 2019

Algas ajudam no Emagrecimento





Os benefícios das algas marinhas para emagrecer são vários. Primeiro o alimento possui baixas calorias. Segundo, as algas funcionam como inibidores de apetite, causando sensação de saciedade pela presença de fibras que permanecem no estômago por mais tempo, controlando a ânsia por comida. Sem fome, você come menos e consequentemente emagrece. Além disso, o consumo de algas é importante para a melhora do funcionamento do intestino e influencia na eliminação de toxinas e gorduras presentes no organismo.

Ao mesmo tempo, com a tireoide saudável devido às taxas de iodo controladas, não será possível engordar de maneira descontrolada, principalmente com uma alimentação saudável e com os gastos de energia que passam a ser mais rápidos.

Para completar, as células desinflamadas irão transformar a glicose dos alimentos em energia ao invés de gordura, evitando mais uma vez o ganho de peso. Uma fibra natural específica encontrada na alga chamada alginato diminui a absorção de gordura de maneira surpreendente e eficiente, melhor do que muitos tratamentos atuais existentes no combate a obesidade.




Para que servem as algas no processo de emagrecimento?

Sensação de saciedade (inibidor de fome)
Regulação dos níveis de glicose do organismo
Reduz a absorção de gorduras, diminuindo os índices de colesterol
Transforma glicose em energia e não em gordura
Elimina toxinas do organismo
Tem baixa caloria
Otimiza o trânsito intestinal
Ajuda na digestão
Estimula o metabolismo

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domingo, 3 de março de 2019

Como se desintoxicar de Metais Pesados com Alimentação



Vivemos em um mundo onde as coisas são cada vez mais submetidas a processos industriais. Desde o processamento dos alimentos à fabricação da peça de um carro. Todos estes processos são tóxicos. Nossa própria alimentação pode estar repleta de toxinas, prejudicando assim o nosso corpo. Muito comumente o nosso corpo estará intoxicado com metais pesados sem que ao menos percebamos. Veremos aqui por que e como desintoxicar nosso organismo dos metais pesados.



Por que é necessário desintoxicar o corpo?
Situação cada vez mais frequente é a necessidade de se visitar o médico por uma queixa ou outra e mesmo assim não encontrar cura para o sofrimento enfrentado. Muitas vezes a sensação de fadiga constante, quase sempre diagnosticada como estresse. Ou casos de constipação que na maioria das consultas são dados como consequência de um mero resfriado ou alteração hormonal.

Há já algum tempo que vêm aumentando os casos de mal-estar e cansaços crônicos, que não encontram cura. Fraqueza é outro caso recorrente nestas situações, quase sempre diagnosticada com o tão conhecido estresse.

Todos estes sinais podem significar intoxicação por metais pesados, como mercúrio, metal apontado como responsável por severas complicações no organismo, tais como ansiedade, bipolaridade, autismo, epilepsia, espasmos e muitos outros. O grande problema reside justamente no fato de não sabermos exatamente em que momento estamos expostos à intoxicação por metais pesados, uma vez que podem estar presentes por causa da poluição, processos industriais que liberam carbono, agrotóxicos, pesticidas e demais atividades modernas.

Portanto, mesmo os alimentos que sejam vendidos sob a bandeira de orgânicos podem já ter sido contaminados de forma indireta, como a toxicidade do solo, a poluição do ar ou da chuva, os processos de transporte ou finalização.

Como desintoxicar o corpo e eliminar metais pesados
Felizmente, a cada dia que passa novos benefícios da natureza são apresentados ao conhecimento da humanidade. Hoje já se sabe que há determinados alimentos capazes de auxiliar no processo de desintoxicação e eliminação de metais pesados do corpo.


Veja a lista de alimentos que ajudam a desintoxicar e eliminar metais pesados:

Spirulina
A spirulina é uma alga azul-esverdeada da região do Havaí. Ela é capaz de remover metais pesados do sistema nervoso, cérebro e também do fígado. Pode ser ingerida através de extrato em pó, bastando duas colheres com água, preferencialmente de coco.


Suco de extrato de cevada
A cevada é muito poderosa para remover todos os metais pesados do sistema reprodutivo, baço, pâncreas e intestino. Duas colheres com água de coco todos os dias.

Coentro


O coentro remove metais pesados de todas as áreas do corpo de forma extremamente abrangente. Pode ser usado em sucos centrifugados Talvez você não o conheça na forma da planta (e sim somente em pó) é uma erva aromática parecida com a salsinha, mas de gosto e cheiro diferentes.


Alga dulce (Palmaria palmata)
Também chamada de alga vermelha do Atlântico, atlantic dulse, dillisk, dilsk ou creathnach, é uma alga vermelha, única espécie de Palmaria que se encontra nas costas atlânticas da Europa, desde a costa de Portugal até as do Mar Báltico, além das costas da Islândia e das Ilhas Feroe. 
É usada comumente na Irlanda, Islândia e na parte atlântica de Canadá tanto como comida como medicina. Ao contrário das outras algas, a atlantic dulse é uma força poderosa para a remoção de mercúrio por conta própria. Diz-se que ela entra em lugares profundos, escondidos no trato digestivo e no intestino, em busca de mercúrio, ligando-se a ele até que este metal perigoso, seja expelido pelo próprio corpo.


Considerações sobre intoxicação e metais pesados
Embora se saiba que o poder da natureza é imensurável e pode-se obter o alívio de muitas mazelas através dela, é sempre bom ter em mente que antes de qualquer decisão sobre a sua saúde você deve procurar um médico. Somente um profissional de saúde está qualificado para prover as orientações corretas e necessárias sobre a melhor forma de você encontrar o tratamento para possíveis casos de intoxicação ou eliminação de metais pesados.


Fonte: www.greenme.com.br

Alimentos que ajudam a eliminar a Nicotina


Você fuma ou já fumou alguma vez? Os alimentos abaixo irão ajudar você a eliminar a nicotina de seu organismo.

Todos nós sabemos que fumar faz mal e mesmo assim, algumas pessoas continuam fumando porque isso se converteu em um hábito, sabidamente ruim, mas muito difícil de se livrar. Cigarros contêm diversas substâncias nocivas e toxinas que danificam o corpo. A nicotina presente nos cigarros pode levar ao aumento da pressão sanguínea e danificar os pulmões, além de ser uma droga extremamente viciante.


Se você fuma, está reduzindo as quantidades de vitaminas C, E e A de seu corpo, que são, justamente, as que protegem os pulmões de qualquer dano. A vitamina B5 é bem conhecida como substância antiestresse porque aumenta a produção de hormônios que lutam contra a depressão.

Os alimentos a seguir, ajudam a eliminar a nicotina e outras toxinas do corpo:

1. Água



A água é a bebida da vida. Elimina toxinas do corpo pela pele, via suor. Além disso, a nicotina desidrata o corpo, então você necessita de água para reidratá-lo. Portanto, deve ingerir entre 8 e 12 copos de água, todos os dias;

2. Laranjas


Laranjas contêm altos níveis de vitamina C, aceleram o metabolismo e reduzem o estresse;

3. Kiwi
O kiwi repõe as vitaminas A,C e E que o fumo reduz;

4. Suco de cenoura
Suco de cenoura contém vitaminas A, B, C e K, que eliminam a nicotina do corpo. A bebida tem altas concentrações de vitaminas que repõem os nutrientes da pele para fazê-la ficar viçosa, uma vez que a nicotina faz com que a pele pareça sem vida;

5. Brócolis
Brócolis contêm altos níveis de vitaminas B5 e C, além disso, protege os pulmões dos danos;

6. Espinafre
Faz com que o tabaco tenha um gosto ruim e é rico em vitaminas e ácido fólico;


7. Ervas aromáticas secas
Ervas aromáticas secas reduzem a nicotina do corpo e são ricas em vitaminas A e E;

8. Frutas vermelhas
Eliminam toxinas do corpo;

9. Romã
O romã ajuda à circulação do sangue e o equilíbrio numérico das células.

Portanto, se você fuma ou está pensando em parar de fumar experimente comer mais estes alimentos para ajudar você a parar, ou, ao menos, a resistir ao vício.

Fonte: https://www.greenme.com.br